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Curiosidades da Língua Portuguesa

Curiosidades da Língua Portuguesa

Dica:
O hífen deixa de ser empregado nas seguintes situações:

a) quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com as consoantes ‘r’ ou ‘s’. Nesse caso, a consoante passa a ficar dobrada (anti-religioso –> antirreligioso).

b) quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com vogal diferente (extra-escolar –> extraescolar).

Observação:
Como dá para ver, a alteração ocorre com prefixo + palavra.
As palavras compostas com elementos das diferentes classes não se alteram.

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1 – Custas só se usa na linguagem jurídica para designar ‘despesas feitas no processo’.

Portanto, devemos dizer: “O filho vive à custa do pai”. No singular.

2 – Não existe a expressão à medida em que. Ou se usa à medida que correspondente a à
proporção que, ou se usa na medida em que equivalente a tendo em vista que.

3 – O certo é a meu ver e não ao meu ver.

4 – A princípio significa inicialmente, antes de mais nada. Ex: A princípio, gostaria
de dizer que estou bem. Em princípio quer dizer em tese. Ex : Em princípio, todos
concordaram com minha sugestão.

5 – À-toa, com hífen, é um adjetivo e significa “inútil”, “desprezível”. Ex: Esse
rapaz é um sujeito à-toa. À toa, sem hífen, é uma locução adverbial e quer dizer “a
esmo”, “inutilmente”. Ex: Andava à toa na vida.

6 – Com a conjunção se, deve-se utilizar acaso, e nunca caso. O certo: “Se acaso vir meu
amigo por aí, diga-lhe…”. Mas podemos dizer: “Caso o veja por aí…”.

7 – Acerca de quer dizer a respeito de. Veja: Falei com ele acerca de um problema
matemático. Mas há cerca de é uma expressão em que o verbo haver indica tempo
transcorrido, equivalente a faz. Veja: Há cerca de um mês que não a vejo.

8 – Não esqueça: alface é substantivo feminino. A alface está bem verdinha.

9 – Além pede sempre o hífen: além-mar, além-fronteiras, etc.

10 – Algures é um advérbio de lugar e quer dizer “em algum lugar”. Já alhures
significa “em outro lugar”.

11 – Mantenha o timbre fechado do o no plural dessas palavras: almoços, bolsos,
estojos, esposos, sogros, polvos, etc.

12 – O certo é alto-falante, e não auto-falante.

13 – O certo é alugam-se casas, e não aluga-se casas. Mas devemos dizer precisa-se de
empregados, trata-se de problemas. Observe a presença da preposição (de) após o verbo.
É a dica pra não errar.

14 – Depois de ditongo, geralmente se emprega x. Veja: afrouxar, encaixe, feixe, baixa,
faixa, frouxo, rouxinol, trouxa, peixe, etc.

15 – Ancião tem três plurais: anciãos, anciães, anciões.

16 – Só use ao invés de para significar ao contrário de, ou seja, com idéia de oposição.
Veja: Ela gosta de usar preto ao invés de branco. Ao invés de chorar, ela sorriu. Em vez
de quer dizer em lugar de. Não tem necessariamente a idéia de oposição. Veja: Em vez
de estudar, ela foi brincar com as colegas. (Estudar não é antônimo de brincar).

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17 – Ainda se vê e se ouve muito aterrisar em lugar de aterrissar, com dois s. Escreva
sempre com o s dobrado.

18 – Não existe preço barato ou preço caro. Só existe preço alto ou baixo. O produto,
sim, é que pode ser caro ou barato. Veja: Esse televisor é muito caro. O preço desse
televisor é alto.

19 – Ainda se vê muito, principalmente na entrada das cidades, a expressão bem vindo
(sem hífen) e até benvindo. As duas estão erradas. Deve-se escrever bem-vindo, sempre
com hífen.

20 – Atenção: nunca empregue hífen depois de bi, tri, tetra, penta, hexa, etc. O nome
fica sempre coladinho. O Sport se tornou tetracampeão no ano 2000. O Náutico foi
hexacampeão em 1968. O Brasil foi bicampeão em 1962.

21 – Veja bem: uma revista bimensal é publicada duas vezes ao mês, ou seja, de 15
em 15 dias. A revista bimestral só sai nas bancas de dois em dois meses. Percebeu a
diferença?

22 – Hoje, tanto se diz boêmia como boemia. Nelson Gonçalves consagrou a segunda,
com a tonicidade no ‘mia’.
23 – Cuidado: Eu caibo dentro daquela caixa. A primeira pessoa do presente do
indicativo assim se escreve porque o verbo é irregular.

24 – Preste atenção: o senador Luiz Estevão foi cassado. Mas o leão foi caçado e nunca
foi achado. Portanto, cassar (com dois s) quer dizer tornar nulo, sem efeito.

25 – Existem palavras que só devem ser empregadas no plural. Veja: os óculos, as
núpcias, as olheiras, os parabéns, os pêsames, as primícias, os víveres, os afazeres, os
anais, os arredores, os escombros, as fezes, as hemorróidas, etc.

26 – Pouca gente tem coragem de usar, mas o plural de caráter é caracteres. Então,
Carlos pode ser um bom-caráter, mas os dois irmãos dele são dois maus-caracteres.

27 – Cartão de crédito e cartão de visita não pedem hífen. Já cartão-postal exige o
tracinho.

28 – Catequese se escreve com s, mas catequizar é com z. Esse português…

29 – O exemplo acima foge de uma regrinha que diz o seguinte: os verbos derivados de
palavras primitivas grafadas com s formam-se com o acréscimo do sufixo -ar: análise-
analisar, pesquisa-pesquisar, aviso-avisar, paralisia-paralisar, etc.

30 – Censo é de recenseamento; senso refere-se a juízo. Veja: O censo deste ano deve
ser feito com senso crítico.

31 – Você não bebe a champanhe. Bebe o champanhe. É, portanto, palavra masculina.

32 – Cidadão só tem um plural: cidadãos.

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33 – Cincoenta não existe. Escreva sempre cinqüenta.

34 – Ainda tem gente que erra quando vai falar gratuito e dá tonicidade ao i, como de
fosse gratuíto. O certo é gratuito, da mesma forma que pronunciamos intuito, circuito,
fortuito, etc.

35 – E ainda tem gente que teima em dizer rúbrica, em vez de rubrica, com a sílaba bri
mais forte que as outras. Escreva e diga sempre rubrica.

36 – Ninguém diz eu coloro esse desenho. Dói no ouvido. Portanto, o verbo colorir
é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do
presente do indicativo. A mesma coisa é o verbo abolir. Ninguém é doido de dizer
eu abulo. Pra dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse
preconceito.

37 – Outro verbo danado é computar. Não podemos conjugar as três primeiras pessoas:
eu computo, tu computas, ele computa. A gente vai entender outra coisa, não é mesmo?
Então, para evitar esses palavrões, decidiu-se pela proibição da conjugação nessas
pessoas. Mas se conjugam as outras três do plural: computamos, computais, computam.

38 – Outra vez atenção: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira
pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo
afirmativo em -e e não em -i. Observe: Eu quero que ele continue assim. Efetue essas
contas, por favor. Menino, continue onde estava.

39 – A propósito do item anterior, devemos lembrar que os verbos terminados em -uir
devem ser escritos naqueles tempos com -i, e não com -e. Veja: Ele possui muitos bens.
Ela me inclui entre seus amigos de confiança. Isso influi bastante nas minhas decisões.
Aquilo não contribui em nada com o progresso.

40 – Coser significa costurar. Cozer é que significa cozinhar.

41 – O correto é dizer deputado por São Paulo, senador por Pernambuco, e não deputado
de São Paulo e senador de Pernambuco.

42 – Descriminar é absolver de crime, inocentar. Discriminar é distinguir, separar. Então
dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto. Não devemos discriminar os
pobres.

43 – Dia a dia (sem hífen) é uma expressão adverbial que quer dizer todos os dias, dia
após dia. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que dia-a-dia
é um substantivo que significa cotidiano e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica
deve ser um tédio.

44 – A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.

45 – A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, sentimos muito dó daquela moça.

46 – Nas expressões é muito, é pouco, é suficiente, o verbo ser fica sempre no singular,

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sobretudo quando denota quantidade, distância, peso. Ex: Dez quilos é muito. Dez reais
é pouco. Dois gramas é suficiente.

47 – Há duas formas de dizer: é proibido entrada, e é proibida a entrada. Observe a
presença do artigo a na segunda locução.

48 – Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores.

49 – Cuidado: emergir é vir à tona, vir à superfície. Por exemplo: O monstro emergiu do
lago. Mas imergir é o contrário: é mergulhar, afundar. Veja o exemplo: O navio imergiu
em alto-mar.

50 – A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.

51 – Outra dúvida: nunca devemos dizer estadia em lugar de estada. Portanto, a minha
estada em São Paulo durou dois dias. Mas a estadia do navio em Santos só demorou um
dia. Portanto, estada para permanência de pessoas, e estadia para navios ou veículos.

52 – E não esqueça: exceção é com ç, mas excesso é com dois s.

53 – Lembra-se dos verbos defectivos? Lá vai mais um: falir. No presente do indicativo
só apresenta a primeira e a segunda pessoa do plural: nós falimos, vós falis. Já pensou
em conjugá-lo assim: eu falo, tu fales… Horrível, né?

54 – Todas as expressões adverbiais formadas por palavras repetidas dispensam a crase:
frente a frente, cara a cara, gota a gota, face a face, etc.

55 – Outra vez, tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos
gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas. Quando significa unidade de massa,
grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a
grama está bem crescida.

56 – É freqüente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos
atrás… Talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá
idéia de passado. Ou se diz simplesmente Há muito anos. ou Muitos anos atrás. Escolha.
Mas não junte o há com atrás.

57 – Cuidado nessa arapuca do português: as palavras paroxítonas terminadas em -n
recebem acento gráfico, mas as terminadas em -ns não recebem: hífen, hifens; pólen,
polens.

58 – Atenção: Ele interveio na discórdia, e não interviu. Afinal, o verbo é intervir,
derivado de vir.

59 – Item não leva acento. Nem seu plural itens.

60 – O certo é a libido, feminino. Devo dizer: Minha libido hoje não tá legal.

61 – Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é
macérrimo.

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62 – Antes de particípios não devemos usar melhor nem pior. Portanto, devemos
dizer: os alunos mais bem preparados são os do 2º grau. E nunca: os alunos melhor
preparados…

63 – Essa história de mal com l, e mau com u, até já cansou. É só decorar: Mal é
antônimo de bem, e mau é antônimo de bom. É só substituir uma por outra nas frases
para tirar a dúvida.

64 – Pronuncie máximo, como se houvesse dois s no lugar do x (mássimo).

65 – Toda vez que disser “É meio-dia e meio” você estará errando. O certo é: meio-dia e
meia. Ou seja, meio dia e meia hora.

66 – Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.

67 – Nem um nem outro leva o verbo para o singular: Nem um nem outro conseguiu
cumprir o que prometeu.

68 – Toda vez que usar o verbo gostar tenha cuidado com a ligação que ele tem com a
preposição de. Ex: a coisa de que mais gosto é passear no parque. A pessoa de que mais
gosto é minha mãe.

69 – Lembre-se: pára, com acento, é do verbo parar, e para, sem acento, é a preposição.
Portanto: Ele não pára de repetir para o amigo que tem um carro novo.

70 – E tem mais: pelo, sem acento, é preposição (contração da preposição por com o
artigo o) e pêlo, com acento, é o cabelo.

71 – E quer mais? Pêra, a fruta, leva acento, só para diferenciar de uma antiga
preposição também chamada pera. Já o plural dispensa o acento: peras. Dá pra
entender? O jeito é decorar.

72 – Ainda tem mais uma palavra com acento diferencial: pôde, terceira pessoa do
singular do pretérito perfeito do verbo poder. É para diferenciar de pode, a forma do
presente. Então dizemos: Ele até que pôde fazer tudo aquilo, mas hoje não pode mais.
Percebeu a diferença?

73 – Pôr só leva acento quando é verbo: Quero pôr tudo no seu devido lugar. Mas se for
preposição, não leva acento: Por qualquer coisa, ele se contenta.

74 – Fique atento: nunca diga nem escreva 1 de abril, 1 de maio. Mas sempre: primeiro
de abril, primeiro de maio. Prevalece o ordinal.

75 – É chato, pedante ou parece ser errado dizer ‘quando eu vir Maria, darei o recado
a ela’. Mas esse é o emprego correto do verbo ver no futuro do subjuntivo. Se eu vir,
quando eu vir. Mas quando é o verbo vir que está na jogada, a coisa muda: quando eu
vier, se eu vier.

76 – Só use quantia para somas em dinheiro. Para o resto, pode usar quantidade. Veja:

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Recebi a quantia de 20 mil reais. Era grande a quantidade de animais no meio da pista.

77 – O prefixo recém sempre se separa por hífen da palavra seguinte e deve ser
pronunciado como oxítona: recém-chegado de Londres.

78 – Não esqueça: retificar é corrigir, e ratificar é comprovar, reafirmar: ‘Ratifico o que
disse e retifico meus erros’.

79 – Quando disser ruim, diga como se a sílaba mais forte fosse -im. Não tem cabimento
outra pronúncia.

80 – Fique atento: só empregamos São antes de nomes que começam por consoante:
São Mateus, São João, São Tomé, etc. Se o nome começa por vogal ou h, empregamos
Santo: Santo Antonio, Santo Henrique, etc.

81 – E lembre-se: Seção, com ç, quer dizer parte de um todo, departamento: a seção
eleitoral, a seção de esportes. Já sessão, com dois s, significa intervalo de tempo que
dura uma reunião, uma assembléia, um acontecimento qualquer: A sessão do cinema
demorou muito tempo. A sessão espírita terminou.

82 – Não confunda: senão, juntinho, quer dizer caso contrário. E se não, separado,
equivale a se por acaso não. Veja: Chegue cedo, senão eu vou embora. Se não chegar
cedo, eu vou embora. Percebeu a diferença?

83 – Tire esta dúvida: quando só é adjetivo equivale a sozinho e varia em número,ou
seja, pode ir para o plural. Mas só como advérbio, quer dizer somente. Aí não se mexe.
Veja: Brigaram e agora vivem sós (sozinhos). Só (somente) um bom diálogo os trará de
volta.

84 – É comum vermos no rádio e na TV o entrevistado dizer: “O que nos falta são
subzídios”. Quer dizer, fala com a pronúncia do z. Mas não é: pronuncia-se ss. Portanto,
escreva subsídio e pronuncie subssídio.

85 – Taxar quer dizer tributar, fixar preço. Tachar é atribuir defeito, acusar.

86 – E nunca diga: Eu torço para o Flamengo. Quem torce de verdade, torce pelo
Flamengo.

87 – Todo mundo tem dúvida, mas preste atenção: 50% dos estudantes passaram nos
testes finais. Somente 1% terá condições de pagar a mensalidade. Acreditamos que 20%
do eleitorado se abstenha de votar nas próximas eleições. Mais exemplos: 10% estão
aptos a votar, mas 1% deles preferem fugir das urnas. Quer dizer, concorde com o mais
próximo e saiba que essa regra é bastante flexível.

88 – Um dos que deixa dúvidas. Há gramáticos que aceitam o emprego do singular
depois dessa expressão. Mas pela norma culta, devemos pluralizar: Eu sou um dos que
foram admitidos. Sandra é uma das que ouvem rádio.
89 – Veado se escreve com e, e não com i.

90 – Esse português da gente tem cada uma: tem viagem com g e viajem com j. Tire

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a dúvida: viagem é o substantivo: A viagem foi boa. Viajem é o verbo: Caso vocês
viajem, levem tudo.

91 – O prefixo vice sempre se separa por hífen da palavra seguinte: vice-prefeito, vice-
governador, vice-reitor, vice-presidente, vice-diretor, etc.

92 – Geralmente, se usa o x depois da sílaba inicial -en: enxaguar, enxame, enxergar,
enxaqueca, enxofre, enxada, enxoval, enxugar, etc. Mas cuidado com as exceções:
encher e seus derivados (enchimento, enchente, enchido, preencher, etc) e quando -en
se junta a um radical iniciado por ch: encharcar (de charco), enchumaçar (de chumaço),
enchiqueirar (de chiqueiro), etc.

93 – Não adianta teimar: chuchu se escreve mesmo é com ch.

94 – Ciclo vicioso não existe. O correto é círculo vicioso.

95 – E qual a diferença entre achar e encontrar? Use achar para definir aquilo que se
procura, e encontrar para aquilo que, sem intenção nenhuma, se apresenta à pessoa.
Veja: Achei finalmente o que procurava. Maria encontrou uma corda debaixo da cama.
Jorge achou o gato dele que fugiu na semana passada.

96 – Adentro é uma palavra só: Meteu-se porta adentro. A lua sumiu noite adentro.

97 – Não existe adiar para depois. Isso é redundante, porque adiar só pode ser para
depois.

98 – Afim (juntinho) tem relação com afinidade: gostos afins, palavras afins. A fim de
(separado) equivale a para: Veio logo a fim de me ver bem vestido.

99 – Pode parecer meio estranho, mas pode conjugar o verbo aguar normalmente: eu
águo, tu águas, ele água, nós aguamos, vós aguais, eles águam.

100 – (Finalmente, chegamos ao centésimo item). E, por falar nisso, centigrama é
palavra masculina: dois centigramas

Inscreva-se
  • Em virtude de uma crítica construtiva, procurei o curso. No primeiro contato com a professora Flávia, ela me disse que eu encontraria exatamente o que me indicaram. Em pouco tempo já recebi o reconhecimento da melhora no uso da língua. Obrigada Flávia. Eu indico a todos que estejam em busca de aprender, reaprender e melhorar.Ter […]

    Tamy Henrique Reis Gomes

  • Flavia, estou para ser aprovado em duas universidades e eu nao tenho palavras para te agradecer… Uma dessas universidades eu fiz 17 na redaçao em 20, ou seja, 85%!! MUITO OBRIGADO. Você salva vidas! Um abraço, Gabriel.

    Gabriel França Calumby

  • Sinceramente, nunca imaginei que pudesse haver um curso de português tão bem específico e com tanta excelência. Obrigada, professora Flávia.

    Roberta Carvalho

  • Oi Flávia, Tudo bom? Aqui é a Anna Christina, aluna do IFOPE, gostaria de te agradecer pelas aulas. Fechei a parte de português. Muito obrigada! Atenciosamente, Anna Christina B. M. de Siqueira

    Anna Siqueira

  • Oi Flavia, Hoje é um dia muito especial, EU PASSEI NO CONCURSO DA PREFEITURA !!!!! Muito obrigada !!! As suas aulas foram fundamentais…. A sua didática de ensino e o seu profissionalismo contribuiram muito para eu alcançar essa vitória!!!

    DANIELI GATTI

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